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Chefe do MPE se reúne com empresa para definir auditoria no Sistema Guardião
07/08/19 - 20:15 
Por: Gazeta Digital

 

 Está marcado para segunda-feira (12) a reunião entre o procurador-geral de Justiça, José Atônio Borges, e os representantes da Dígitro Tecnologia Ltda, para definir a auditoria no Sistema Guardião, responsável pelas intercptações telefônicas e e-mails do Ministério Público (MP) de Mato Grosso.

 
"Eles estarão aqui para realizar a manutenção periódica do Sistema Guardião, e vamos aproveitar para definir um prazo para que a auditoria que solicitamos seja feita", disse o chefe do Ministério Público do Estado (MPE), alegando que quer o resultado o mais rápido possível.
 
"Desde que essas acusações chegaram, nós determinamos uma investigação completa no que foi falado e estamos virando o MPE de cabeça pra baixo para apurar tudo e trazer uma resposta a sociedade", completou.
 
A Dígitro é a empresa que desenvolve o Sistema Guardião no país. O MPE adquiriu os equipamentos em dezembro de 2006, por inexigibilidade de licitação, ao custo de R$ 413 mil.  Atualmente o custo da manutenção do Guardião está e torno de R$ 150 mil.
 
O sistema
 
O Guardião é um sistema de software e hardware fabricado exclusivamente pela Dígitro, de Santa Catarina, com tecnologia própria e  é capaz de gravar simultaneamente centenas de ligações.
 
Segundo a empresa, o sistema é desenvolvido de acordo com as necessidades do cliente e o preço varia. Por isso não podem dizer quanto custa um Guardião.
 
Acusações
 
O pedido de auditoria ocorreu após os últimos depoimentos do militares na 11ª Vara Militar de Cuiabá, onde acusaram o Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de utilizar em diversas operações interceptações telfônicas via "barriga de aluguel", ou seja, números de pessoas foram inseridos em decisões para investigar outros crimes sem a participação dessas pessoas.
 
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