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Coronel Airton Siqueira foi protegido de investigações dos grampos
09/10/17 - 12:00 
Por: Celly Silva- Gazeta Digital

 

 Ao longo das investigações conduzidas pela delegada Ana Cristina Feldner no inquérito que apura o esquema ilegal de interceptações telefônicas por parte de membros da cúpula do governo e da Polícia Militar, chegou-se ao entendimento que o coronel e ex-secretário de Justiça e Direitos Humanos Airton Siqueira era altamente protegido pelos demais membros do grupo. 

 
A informação foi destacada pelo desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso Orlando Perri, em seu decreto que mandou para a cadeia, de forma preventiva, oito pessoas, entre ex-secretários de Estado, policiais e outros. Segundo ele, Airton Siqueira era tido como o “homem forte” que deveria permanecer alheio às operações para manter a organização articulada.
 
“Parece, entretanto, que havia um propósito claro e inequívoco do grupo em não incriminar o Cel. Siqueira Júnior, que deveria permanecer não apenas fora de qualquer investigação, mas em liberdade para que, como Secretário de Estado, homem forte do Governo pela importância da pasta que ocupa, ficar com as mãos livres para articular em nome e em favor da organização criminosa”, disse o magistrado.
 
De acordo com o tenente-coronel da PM José Henrique Costa Soares, testemunha no inquérito por ser o escrivão das investigações no âmbito da Polícia Militar e que teria sido coagido a ajudar a organização criminosa, ele recebeu a orientação de que evitasse ao máximo envolver o nome de Airton Siqueira nos autos, de forma a impedir sua prisão, mesmo existindo elementos para tal medida.
 
Segundo ele, a ordem do coronel e ex-chefe da Casa Militar Evandro Lesco, também preso na operação Esdras, era para que a prisão de Siqueira “não poderia ocorrer de forma alguma” e que o escrivão fizesse “o que tiver que ser feito, mas não deixe acontecer”, teria dito poucos dias antes da operação.
 
Àquela altura das apurações, o presidente do inquérito policial militar e chefe de Soares, coronel Jorge Catarino Ribeiro, já havia encontrado elementos para indiciamento e denúncia de Airton Siqueira. Além disso, já havia determinado ao escrivão Soares que formalizasse a representação pela prisão do investigado. Devido às ameaças e coações do coronel Lesco, no entanto, ele acabou “enrolando” e deixou o pedido cair no esquecimento.
 
Após ter se arrependido, o escrivão denunciou o caso à delegada Ana Cristina Feldner, que entrou com a representação e prendeu o coronel Siqueira no dia 27 de setembro, sob a acusação de obstrução de justiça. Além dele, também foram presos os ex-secretários Rogers Jarbas (Segurança Pública), Paulo Taques (Casa Civil), Evandro Lesco, Casa Militar), o empresário José Marilson da Silva, a personal trainer e esposa de Evandro Lesco, Helen Christy Carvalo Dias Lesco, o major Michel Ferronato e o sargento João Ricardo Soler.
 
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