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Cabo diz que encontro com Paulo Taques foi para selar acordo financeiro
20/10/17 - 18:32 
Por: Karine Miranda- Gazeta Digital

 

 O cabo da Polícia Militar Gerson Luiz Ferreira Corrêa Júnior, réu na ação penal que apura o esquema de grampos telefônicos ilegais em Mato Grosso, afirmou que o pagamento  feito pelo secretário-chefe da Casa Civil, Paulo Taques, no valor de R$ 50 mil para quitar as despesas do esquema aconteceu em um restaurante em Chapada dos Guimarães (65 km de Cuiabá). 

 
Segundo o militar, o encontro foi realizado entre ele, Paulo Taques e o coronel Evandro Ferraz Lesco que ainda não era secretário da Casa Militar, no restaurante Reserva, e selou o acordo para a implantação do esquema. Todos estão presos acusados fazer parte da chamada "grampolândia pantaneira".
 
A informação foi dada pelo cabo durante interrogatório prestado aos delegados Flávio Stringueta e Ana Cristina Feldner, na última segunda-feira (16). 
 
“Foi assim que eu e o coronel Lesco nos dirigimos até um restaurante na estrada de Chapada, de nome Reserva. Lá encontramos com essa pessoa que iria arcar com essas despesas, que era o senhor Paulo Taques”, disse em depoimento obtido pelo MidiaNews.
 
Gerson afirmou que montou o projeto e entregou ao ex-comandante da Polícia Militar, coronel Zaqueu Barbosa, porém, o objetivo era iniciar um “projeto de limpeza” na Polícia Militar.
 
“Ele me telefonou, pediu uma conversa particular. Fui até o comando-geral e conversei com ele pessoalmente. Nessa ocasião, ele me disse que estava com a intenção de iniciar um plano de limpeza de policias com desvio de conduta, notadamente na região de Cáceres. De pronto me coloquei à disposição”, disse o cabo.
 
Ainda segundo Gerson, ele  só tomou conhecimento que o projeto seria utilizado para escutas clandestinas durante o encontro com Lesco e Taques. O esquema teria vitimado centenas de pessoas, entre políticos, médicos, empresários, jornalistas e um desembargador aposentado.
 
“Ele demonstrou que sabia da plataforma, perguntou alguns detalhes técnicos como funcionaria e eu respondi. Também nessa data é que eu, particularmente, tomei conhecimento que essa plataforma seria também utilizada para conotação política, alguns interesses políticos”, disse.
 
O caso só veio a após denuncia do ex-secretário de segurança, Mauro Zaque. Desde então, vários ex-secretários e militares foram presos em decorrência da suposta participação na “grampolândia pantaneira”.
 
Gerson está preso desde maio, assim como o coronel Zaqueu. Ambos foram os únicos presos, desde que se iniciou a investigação, a não obterem liberdade.
 
Já foram presos e soltos os coronéis Evandro Lesco e Ronelson Barros, o tenente-coronel Januário Batista, cabo Euclides Torezan e Paulo Taques. Porém, Taques e Lesco permanecem presos em virtude de um segundo pedido de prisão.
 
Outro lado - Por meio de nota, Paulo Taques afirma que não fez parte do esquema, muito menos financiou ou coordenou sua implantação. Além disso, vê como "ilegalidade" o depoimento prestado pelo cabo Gerson uma vez que ocorreu depois do  Superior Tribunal de Justiça (STJ) ter avocado todos os inquéritos relativos ao caso.
 
Veja a íntegra da nota: 
 
O advogado Paulo César Zamar Taques vê ilegalidade na realização de diligências investigatórias após 11.10.17, o que atenta contra o Superior Tribunal de Justiça (STJ) em sua decisão de avocar todos os inquéritos. O advogado Paulo Taques reafirma que não cometeu crime de escuta ilegal tampouco ordenou que cometessem tal prática ilegal e declara que todos os esclarecimentos necessários serão prontamente prestados ao STJ.
 
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