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Silval Barbosa temia ser assassinado na cadeia
19/09/17 - 11:19 
Por: Celly Silva- Gazeta Digital

 

 No requerimento feito por sua defesa à Procuradoria Geral da República (PGR) em que manifestou interesse em firmar acordo de delação premiada, o ex-governador Silval Barbosa (PMDB) alegou que tinha medo de ser assassinado dentro do Centro de Custódia da Capital (CCC) onde ficou preso por quase dois anos, após uma série de prisões nas operações Sodoma e Seven, que tratam sobre corrupção em seu governo.

 
“Ressalte-se que o presente encaminhamento se dá em caráter absolutamente SIGILOSO, NÃO existindo por parte do ora requerente qualquer tipo de autorização no sentido de que terceiros saibam a respeito do mesmo, até porque o ora peticionário teme por sua vida no cárcere, caso sua intenção de colaborar venha a ser de conhecimento de determinadas pessoas”.
 
 
 
A revelação foi feita pelos advogados Délio Lins e Silva e Délio Lins e Silva Júnior em um ofício encaminhado à PGR em 18 de julho do ano passado, o que demonstra que Silval Barbosa já planejava mudar de estratégia de defesa há mais de um ano, quando ainda era defendido por outras duas bancas de advogados, incluindo a do ex-secretário de Administração em seu governo, Francisco Faiad, que acabou sendo delatado por ele.
 
Na época, e até meados deste ano, enquanto o acordo de delação premiada não foi firmado com o Ministério Público Federal (MPF), o ex-governador preferiu guardar suas confissões de crimes e suas delações, que apontam os crimes de dezenas de outras autoridades políticas, empresários, dentre outras pessoas.
 
No pedido de acordo, Silval Barbosa exigiu que o mesmo abarcasse todos os crimes por ele praticados, tanto os que já eram investigados e processados pelo Ministério Público Estadual, quando pelo Federal e também os crimes que ainda não eram alvo de apuração. Para conseguir o acordo, o ex-governador adiantou que seus depoimentos envolveriam ao menos oito pessoas com prerrogativa de foro privilegiado.
 
Há cerca de um mês, já com Silval Barbosa preso em prisão domiciliar, o sigilo de sua delação foi quebrado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux. Além dele, a esposa Roseli Barbosa, o filho Rodrigo Barbosa, o irmão Antônio Barbosa e o assessor Sílvio Cézar Corrêa Araújo também delataram.
 
Conforme o Gazeta Digital já havia noticiado, em meio aos vários volumes de documentos, um anexo entregue pela defesa de Rodrigo Barbosa aponta que ele também teme sofrer represálias e até mesmo ser morto, o que o levou a vender um de seus carros de luxo para poder comprar outro que fosse blindado. 
 
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